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Reflexão sobre o TTIP

Reflexão sobre o TTIP

Reflexão sobre o TTIP

Largo de S. Francisco em Faro

“TTIP ou como legalizar a supremacia do poder económico-financeiro sobre os interesses das pessoas e do planeta” é o tema da comunicação que Graça Passos, em representação da “Plataforma Não ao TTIP,” vai realizar, no dia 11 de Janeiro, segunda-feira, às 21:00 horas, na sede regional do Algarve da candidatura presidencial de Sampaio da Nóvoa, no Largo Dr. Francisco Sá Carneiro, 4, em Faro.

“Vamos falar sobre o TTIP (Transatlantic Trade and Investement Partnership), um dos quatro tratados (TTIP, CETA, TPP e TISA) que visam liberalizar o comércio em vastas zonas do globo”, explica Graça Passos, “enquanto o CETA abrange a UE e o Canadá, o TTIP engloba a EU e os EUA”.

A “Plataforma Não ao TTIP” é um é um conjunto informal de cidadãos, a nível nacional, que se juntou há mais de um ano, “preocupados com a deterioração da qualidade de vida e da preservação dos recursos naturais associada à perda crescente de autonomia politica, económica e financeira de Portugal no contexto de uma mudança civilizacional, baseada na preponderância dos lucros de uns poucos em detrimento das pessoas e do ambiente, que será reforçada pela aplicação do TTIP e do CETA”, in Manifesto da Plataforma Não ao TTIP.

“A inexistência de um debate público alargado, transparente e democrático, à semelhança do que ocorre nos outros países, está a impedir a maioria dos cidadãos de se aperceberem que a resposta à questão chave colocada por estes tratados irá alterar a sua vida, de forma irreversível: ‘concorda que através do TTIP e do CETA se legalize o controlo que o poder económico-financeiro vem exercendo sobre o poder político e os mecanismos democráticos?’” in Manifesto da Plataforma Não ao TTIP.

“O TTIP, negociado em segredo e ignorado pelos media, em Portugal permanece desconhecido da vasta maioria da população”, informa Graça Passos, “apesar de contestado por 3,3 milhões de cidadãos em toda a Europa, entre os quais 22.628 portugueses”.

“O que está na base destes tratados inverte de tal modo os valores que regem a nossa vida que se torna difícil compreender a dimensão do que verdadeiramente nos está a ser imposto”, explica a representante da Plataforma Não ao TTIP, e conta, “partiremos do visionamento de um curto vídeo, para a reflexão de como a intervenção cidadã pode resistir à imposição desses interesses económicos e financeiros”.

informação ao abrigo do acordo com a Associação Min-Arifa
Paula Ferro *
15:35 sexta-feira, 08 janeiro 2016

http://www.diarionline.pt/noticia.php?refnoticia=157593