Um relatório recente da ONG World Animal Protection mostra como as dez instituições financeiras de topo da UE (tais como a ABM, AMRO, Santander) têm um papel importantíssimo no financiamento de empresas ligadas à produção de carne e soja nas regiões onde estão a ser irreversivelmente devastadas (de forma legal e até ilegal) as florestas tropicais, nomeadamente a Amazónia e o Cerrado. O relatório além de falar nos impactos associados à destruição da biodiversidade também aborda as questões associadas à crueldade animal no processo da criação de gado nesses contextos.
O propósito da aprovação do acordo UE-Mercosul é facilitar este tipo de fluxos económicos e financeiros, agravando significativamente estes dois problemas – crueldade animal e desflorestação. No entanto, existem muitas outras razões para rejeit






