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A Amazónia a arder e nós a ajudar

A Amazónia a arder e nós a ajudar

A Amazónia a arder e nós a ajudar

É fácil lamentar ou condenar os crimes ambientais do governo de Jair Bolsonaro enquanto parecer que não podemos fazer nada a esse respeito.
Mas a realidade é que podemos. A União Europeia assinou o acordo UE-MERCOSUL no passado dia 28 de Junho, um acordo que conta com a oposição dos agricultores europeus, dos activistas ambientalistas e dos povos indígenas. O acordo vai facilitar e encorajar as exportações que resultem de crimes ambientais como este.
O acordo está assinado, mas não está ratificado. Se o parlamento europeu se recusar a ratificar o acordo tendo em conta os crimes ambientais e a flagrante violação dos Direitos Humanos por parte do governo de Bolsonaro, além de não sermos cúmplices destes crimes, estaremos a desencorajá-los. Existem várias outras razões para recusar este acordo, mas esta é uma delas.
Se a União Europeia, em vez de empatar o tratado vinculativo nas Nações Unidas, o promovesse, os envolvidos nestes crimes ambientais poderiam ser penalizados.
Veremos como votam os eurodeputados, se querem ser cúmplices destes crimes ambientais ou lutar para os evitar e cabe-nos a nós todos estarmos atentos. Podem ajudar-nos a fazer pressão assinando a petição a favor do tratado vinculativo e contra o comércio tóxico.